Archive for the ‘Uncategorized’ category

maio 11, 2012

Notícia do site da Abraphel:

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Amigos,

Nesta segunda feira, 14/05, nossa madrinha de honra, a atriz Graziella Moretto estará no Programa Bem Estar, falando sobre maquiagem nos hemangiomas.   E no dia 21/05 participará do Chat da ABRAPHEL.

Conseguimos mobilizar vários profissionais para participarem do CHAT entre os dias 15 e 31 de maio.

Fiquem atentos nos avisos nas nossas redes do ning, yahoo e no facebook.

Contamos com sua participação! Para acessar, basta cadastrar no grupo da Abraphel no ning:

http://abraphel.ning.com/
Alguns temas que serão discutidos:
– A IMPORTANCIA DO CORRETO DIAGNOSTICO
– HEMANGIOMAS COM COMPROMETIMENTO ORAL
– A UTILIZAÇÃO DA HOMEOPATIA NA DIMINUIÇÃO DA FRAGILIDADE CAPILAR E NO
AUMENTO DA IMUNIDADE
– INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA, APOIO E FORTALECIMENTO
– OS BENEFÍCIOS DA CIRURGIA REPARADORA
– LINFANGIOMAS – DIAGNOSTICO E TRATAMENTO
– OS BENEFÍCIOS DA LASERTERAPIA
etc….

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Presidente da Abraphel no Programa do Jô

maio 24, 2011

Valério Oliveira fala sobre os tipos de hemangiomas e alguns problemas enfrentados por seus portadores no Programa do Jô.

Cirurgia now! ou Razão e sensibilidade

dezembro 29, 2010

Certo gente, não faz tanto tempo assim, mas por vários motivos não escrevi esse post antes, e depois de lê-lo, tenho certeza de que vão entender a razão da demora.

Mês passado, ainda com o joelho em crise, tive uma nova consulta com dr. Mário Kwae em Goiânia. É o cirurgião de mão que eu tinha mencionado antes. Lembram-se que ele topava operar meu joelho em uma cirurgia aberta, com os riscos e tudo mais? Pois bem… Desta vez ele nos encaminhou ao seu colega cirurgião de joelho, Dr. Junichiro Sado, e com ele, uma nova possibilidade se abriu diante de meus olhos: ele operaria por vídeo-artroscopia, num procedimento beeeeeeeeeeeeem menos invasivo do que a cirurgia tradicional aberta, que havia sido proposta até então.

Artroscopia, um capítulo à parte

Pra quem não sabe o que é uma artroscopia, aqui tem uma breve explicação, e aqui um vídeo de uma artroscopia de menisco, cirurgia relativamente corriqueira.

Aqui temos uma série de vídeos que explica rapidamente:

Como funciona a artroscopia – parte 1


Como funciona a artroscopia – parte 2


Como funciona a artroscopia – parte 3

Após uma breve pausa…. continuando,

Então, após a consulta com o Dr. Junichiro,  saí retumbante e prontinha para começar a aceitar a idéia de poder tirar grande parte deste hemangioma através de uma cirurgia. Eu confesso que era bem avessa à idéia de operar, principalmente pelas propostas que tinha tido anteriormente. Mas, depois de conversar com o Dr. Junichiro, senti bastante confiança no método, na técnica e no profissional. Senti que finalmente teria que decidir entre: continuar tendo pálas a cada 3 meses e ficando um sem andar; ou correr alguns poucos riscos de uma cirurgia relativamente comum. E quer saber? cansei de deixar de fazer coisas por causa desse joelho bichado. Chegou a hora e eu decidi TENTAR melhorar.

Logicamente, não tenho garantia de nada, mas segundo o médico, é uma TENTATIVA de fazer o joelho não sangrar o tempo todo, inchar menos…. mas a dor provavelmente irá continuar. Para isso, tb procurei modos de controlar a dor, como consultas com especialistas em dor crônica, no caso o Dr. Onofre, em Goiânia. Ótimo profissional, por falar nisso. Vou precisar começar o tratamento com codeína 2 dias antes da cirurgia, para que a recuperação ocorra com menos dor possível. Vou precisar tb iniciar a fisioterapia o mais rápido possível, para evitar fibroses e sensação de joelho duro, essas coisas.

Enfim, apesar da escleroterapia da parte externa do hemangioma ter sido um sucesso, não se pode fazer uma aplicação desta DENTRO da articulação, e eu tive que apelar para outras soluções, como artroscopia, tratamento espiritual, tudo o mais. Aliás, os incrédulos que me perdoem, mas acredito muito que estou tendo um resultado satisfatório tb com este tratamento.

Tentemos de tudo, mas com razão e sensibilidade. Desejem-me sucesso!

Um abraço a todos e até depois da cirurgia!
***P.S. : Vou operar dia 03/01/11. Nas duas semanas seguintes vou ter muuuuito tempo pra ficar na internet, me aguardem, eheh.

Encontro de Apoio às Pessoas com Hemangiomas e Linfangiomas

maio 11, 2010

Venha prestigiar o VI Encontro de Apoio às Pessoas com Hemangiomas e Linfangiomas que acontecerá no dia 15 de maio, em comemoração ao Dia Internacional do Hemangioma. O evento celebra a conscientização das pessoas para os hemangiomas, linfangiomas e síndromes hemangiomatosas e contará com palestras de profissionais das áreas de saúde e jurídica, além da presença do poder público e entidades do terceiro setor.

Evento: VI Encontro de Apoio às Pessoas com Hemangiomas e Linfangiomas

Data: 15 de maio de 2010 –  Horário: das 8hs às 16hsLocal: Câmara Municipal de São Paulo – Sala Prestes Maia (Plenarinho) – Viaduto Jacareí, 100, 1° andar – Bela Vista (próximo ao metrô Anhangabaú)

Entrada: 1 pcte de atadura de crepom, qualquer tamanho

Inscrições no email: hemangioma@abraphel.org.br

Organização: ABRAPHEL  – Apoio: Câmara Municipal de SP, Vereador Ushitaro Kamia, GEDR  – Patrocínio: Nova Forma, Lofer Brasil

Por que não opera logo?

outubro 29, 2009

anatomia

Eu respondo: porque desde 2007, quando o meu joelho começou a dar pála, não havia encontrado médico suficientemente disposto a enfrentar os riscos e com habilidades específicas necessárias para encarar uma cirurgia pancadão como esta. E olha que eu rodei… Fomos em vários especialistas de joelho, cirurgiões vasculares, oncologistas, ortopedistas especializados em tumores… e detalhe: não só em Brasília, como em Goiânia e São Paulo também, e principalmente, no A.C. Camargo, hospital de referência no tratamento de hemangiomas no Brasil… Prá variar, não obtive muito sucesso.

O fato é que eu cheguei no ponto em que, como eu disse hj a um amigo, pior do que está, não pode ficar:

– Tenho dores no corpo inteiro pelo fato de ter ficado quase 3 meses sem me levantar da cama, com o joelho para cima;
– Me sinto angustiada, impotente e deprimida diante das melhoras ocasionais e recaídas frequentes;
– Não tenho lá muita vontade de fazer nada, pois sempre acho que vai doer se eu tentar;
– Perdi parte de minha autonomia cotidiana e tenho dificuldades de recuperá-la dia a dia;
– Meus amigos se afastaram (ou eu mesma me afastei, wathever) e minha vida social parece nula;
– Não consigo me concentrar para trabalhar, e tenho preguiça até de fazer o que mais gosto, que é criar;
– Tento não sobrecarregar as pessoas que estão ao meu redor, mas sempre aparece algo que me faz “precisar” da ajuda delas, o que eu não gosto nem um pouquinho;
– Fico sem paciência com tudo e com todos, e acabo explodindo com frequência;
– E principalmente: etc.

Agora me responde uma coisa: se nenhum destes especialistas em JOELHO que eu  consultei, ao logo destes 2 anos, toparia operar uma área tão complicada e com tantos riscos, o que me faria acreditar que um especialista em MÃO faria? Não só faria, como faria bem?

Primeiramente o fato de o cara ser ortopedista, especialista em MÃO sim, mas também um MICROCIRURGIÃO bem respeitado em Goiânia, cidade onde me consultei com ele semana passada. Digamos que ele só faz coisa light, tipo reimplante de dedos, de braços… Ah, separa gêmeas siamesas também. Coisinha micro, que tem que ter muita habilidade e paciência, e que me desculpem os ortopedistas gerais aqui, mas a maioria não tem. Pensando bem, você não vê mulheres se formando em ortopedia, já parou para pensar? Creio que seria uma especialidade bem menos rude, mecânica e açougueira se tivéssemos mais mulheres atuando nesta área… Mas enfim, essa é outra discussão filosófica que não cabe aqui.

Pois então, este ortopedista, que além das qualificações acima ainda tem o agravante da descendência japonesa, e daí todo o background da paciência e do detalhismo, me propôs finalmente fazer a tal da cirurgia. Nela, juntamente com o hemangioma tosquinho, iríamos retirar uma parte grande da sinóvia (membrana que lubrifica a articulação do joelho) e também possivelmente algumas estruturas envolvidas por ele (tendão, músculos, cartilagem…). Ok. Nenhuma novidade no que outros falaram. A diferença é que, diferente do que todos os outros falaram, ele disse que eu não precisaria iniciar a fisioterapia já no pós-operatório, com a perna ainda na anestesia. Eles falaram aquilo por receio de haver fibrose, colabamento, etc.

Ótimo, peguei várias referências dele e do hospital, todos os colegas médicos só tem elogios, ele é bem respeitado, não faria uma cirurgia na louca, sem apoio de cirurgiões de joelho, etc e tal. Mas pensa comigo: Eu opero com um cara que não é especialista em joelho e tenho chances de melhorar ou fico do jeito que eu tô (descrito tetricamente aí em cima do post) recomendado por todos os outros que são especialistas em joelho???

Para a sorte deles todos, quem sente a dor sou eu, não eles. E não tem como fugir, a decisão será minha.

Alguém aí tem um daqueles livrinhos “Minutos de sabedoria” ? Preciso mooooiiiitooooo…

P.S.1: Curiosidades mórbidas à parte, eu adorava brincar de operar o joelho neste joguinho em flash. Espero que a minha cirurgia não chegue a este ponto, mas se rolar, pelo menos estarei preparada, rs. Ah, velhos tempos…

P.S.2: Esta imagem ridícula foi ainda a melhor que encontrei para ilustrar as partes anatômicas do joelho que sempre me refiro. Impressionante como não se acham imagens decentes na área da saúde. Será que tudo tem copyright???

P.S.1:

Meias novas! Ou seria “new egoshots”?

setembro 26, 2009

Olá pessoal que acompanha o blog… como estão?

Olha, pra ser sincera, tem acontecido tanta coisa em alguns sentidos e NADA em outros, que eu não sei nem por onde começar… Vejamos, primeiro as meias. A esta altura, já não são tão novas assim: estou usando elas há mais de um mês, e apesar da trabalheira que é colocá-las todos os dias pela manhã, até que me adaptei bem a elas. São da Venosan, linha Legline, compressão 20-30 (a que meu angiologista recomendou de início, mas que eu preferi começar com uma mais leve antes – a 15-20 – para ver se me adaptava). Com a suave compressão até que foi tranquilo, tirando o fato de que era meia calça completa e não chegava até em cima – minha mãe teve que cortar fazer 2 perninhas com rendinha e eu rodar a cidade inteira para achar uma cinta liga sem frescurete pra segurá-la, neh… Como prometido, fotinhas abaixo:

 Estas fotos são da primeira meia - Venosan 15-20 - antes do corte - nem parece que estou de meia, a despeito dos dedinhos de fora, rs.

Estas fotos são da primeira meia - Venosan 15-20 - antes do corte - nem parece que estou de meia, a despeito dos dedinhos de fora, rs.

A mesma meia, depois do corte e a colocação de renda e cinta liga

A mesma meia, depois do corte e a colocação de renda e cinta liga

Finalmente a nova meia 20-30, com ponteira fechada e um jogo da velha divertido

Finalmente a nova meia 20-30, com ponteira fechada e um jogo da velha divertido. Ela já vem com renda e silicone para evitar que fique caindo, mesmo assim é bom usar a cinta liga para não ter nenhuma surpresa na rua, rs.

Tá, eu sei que tô meio “miguxa” demais, mas é que eu queria mostrar as meias e precisava fazer algo criativo para sair dessa monotonia sem fim que está sendo minha vida nestes últimos meses. Andei muito deprê para escrever qualquer coisa, então fiz esse ensaio para ver se levantava minha auto-estima. Acho que funcionou.